O avanço do coronavírus altera uma série de eventos e calendários na cidade de São Paulo pelos próximos dias.

As aulas nas escolas estaduais e municipais serão suspensas gradualmente a partir desta segunda-feira.

Já universidades e faculdades privadas interromperam as atividades até o dia 23 de março.

A medida foi adotada por USP, Unicamp, Unesp, Unifesp, FAAP, FIAP, ESPM, Mackenzie, Cásper Líbero, Insper e Belas Artes.

A PUC de São Paulo – que teve dois casos confirmados de coronavírus – suspendeu as aulas apenas nesta segunda-feira.

Já os órgãos públicos na cidade de São Paulo vão passar a restringir a entrada e circulação de pessoas a partir do dia 16.

A Câmara Municipal vai permitir o acesso apenas a vereadores, funcionários e fornecedores, mas as atividades legislativas serão mantidas.

A Defensoria Pública restringiu o atendimento presencial apenas a casos urgentes, que impliquem risco de perda de direitos.

Todos os eventos públicos de massa, com mais de 500 pessoas, foram cancelados pela Prefeitura da capital paulista.

Neste domingo, o programa Ruas Abertas não vai funcionar e ainda não há previsão de quando voltará ao normal.

O Theatro Municipal de São Paulo também suspendeu as atividades por período indeterminado.

A Arquidiocese de São Paulo emitiu um comunicado oficial com recomendações aos fiéis idosos e grupos de risco da comunidade católica.

A organização pede que acompanhem as celebrações litúrgicas de casa até que a pandemia do novo coronavírus seja superada no Brasil.

Ao mesmo tempo, a Arquidiocese recomentou que as igrejas continuem abertas, criando horários alternativos de missas para evitar grandes concentrações de fiéis.

O arcebispo de São Paulo, Odilo Scherer, recomenda, ainda, que os católicos recebam a comunhão, preferencialmente, na mão, e não na boca.

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