(Foto: Reprodução)

Os bancos de sangue de São Paulo têm estoque para abastecer por apenas um dia a demanda dos hospitais no Estado.

O medo de contaminação por coronavírus e as recomendações de reclusão fizeram despencar as doações em todo o País. Enquanto isso, a Fundação Pró-Sangue, que atende mais de CEM instituições de saúde pública, tem apelado para ampliação de coleta de sangue em batalhões da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros para garantir o abastecimento diário. O estoque alcançado, porém, é insuficiente.

Na medida em que a crise do coronavírus avança, a situação dos bancos fica ainda mais complicada. As autoridades de saúde garantem que a doação de sangue é segura.

O diretor técnico e cientifico da Fundação Pró-Sangue Alfredo Mendroni afirma que todas as medidas de segurança foram tomadas para garantir que não haja contaminação, mesmo nas unidades que ficam dentro de hospitais.

 

Segundo Mendroni, a atenção à segurança aos doadores foi intensificada em todo o processo de atendimento.

 

Para os pacientes que recebem a doação, o médico garante que NÃO há qualquer evidência de que haja transmissão de coronavírus pelo sangue.

 

Os doadores passam por uma entrevista prévia, medição de temperatura e consulta de histórico médico. Para doar, é necessário que a pessoa esteja em estado pleno de saúde. Alfredo Mendroni faz um apelo e um alerta para incentivar doações de sangue.

 

O estoque da pró-sangue está hoje com capacidade para atender somente 40% da demanda prevista.

 

No site da Pró-Sangue é possível saber os pré-requisitos básicos para doar, que hoje incluem precauções definidas pela Organização Mundial da Saúde relacionadas ao coronavírus.

As informações estão disponíveis no site prosangue.sp.gov.br.

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