O Ministério da Saúde liberou R$ 600 milhões para que as Unidades da Federação adotem medidas de combate ao novo coronavírus.

Por terem os índices mais altos os Estados da Região Sudeste receberam os maiores recursos, com valores que variam de R$ 48 a R$ 130 milhões.

Todas as situações já estão no Diário Oficial da União, e preveem um valor mínimo de R$ 2 e máximo de R$ 5 reais por habitante das cidades que vão receber o dinheiro.

Durante a coletiva desta quarta-feira, o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta comentou algumas das ações adotadas, e afirmou que a quarentena é um remédio amargo, mas necessário.

Ele também destacou que a ação pode ter sido precipitada, e que é preciso pensar nas consequências econômicas do isolamento total.

A fala vai de encontro a declaração do Presidente Jair Bolsonaro que defendeu a adoção de um isolamento vertical, direcionado somente aos mais vulneráveis, como os idosos.

Ainda no mesmo tema, o Presidente da Câmara, Deputado Rodrigo Maia, cobrou que o Executivo apresente propostas para esse tipo de isolamento.

Até agora, o Brasil já tem mais de 2.433 casos confirmados de coronavírus, com pelo menos 57 mortes relacionadas a doença.

Segundo o órgão, 48 dessas situações estão em São Paulo, seis no Rio de Janeiro, um no Amazonas, uma em Pernambuco e outra no Rio Grande do Sul.

São Paulo continua como epicentro da pandemia no país, com 862 infectados, seguido pelo Rio de Janeiro com 370 e em terceiro lugar está o Ceará com 200 situações.

A pasta destacou um aumento no número de casos da Região Norte, que agora tem pouco mais de 4% do total de casos do país, enquanto o Sudeste tem 58% das situações.

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