(Foto: Reprodução)

Brasileiros que vivem na Espanha relatam o medo do avanço da covid-19 nas regiões em que moram e preocupação com familiares no Brasil.

Ontem, o país superou as mortes da China e se tornou o segundo com mais vítimas no planeta: mais de 3600. Ao todo, são cerca de 49 mil infectados.

Morador de Barcelona, Maurício Valadares diz que tem falado com a mãe o irmão todos os dias por chamada de vídeo e que incentivou que eles ficassem em casa com base na experiência que vive no exterior:

 

Maurício está em confinado em casa há duas semanas, só sai uma vez a cada 3 dias para fazer compras.

Sem poder fazer contato físico com amigos e familiares, Mauricio conta que acompanha à distância a situação de pessoas próximas que adoeceram:

 

O governo espanhol prorrogou o chamado estado de alarme, que restringe a circulação de pessoas, por mais 15 dias. E admitiu que os piores dias ainda não chegaram.

Já na Itália, país com mais vítimas, o número de novos casos segue estável há cinco dias. A quantidade de mortes está diminuindo, mas a taxa de mortalidade segue alta: 10%. Ontem, foram 683 novas vítimas, motivo de lamentação por parte do primeiro-ministro Giuseppe Conte:

 

Com o aumento constante no número de infectados, a Organização Mundial da Saúde voltou a defender a realização em massa de testes contra a doença como forma de combater a pandemia.

O diretor-geral da OMS foi questionado sobre o posicionamento do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que questionou o isolamento social em alguns estados do país. Tedros Adhanom respondeu que é necessário fazer de tudo para controlar a expansão do novo coronavírus. E que essa é uma responsabilidade de todos, especialmente das lideranças políticas:

 

Em todo o mundo, há 471 mil casos e mais de 21200 mortes provocadas pelo coronavírus.

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