Solto por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza corre o risco de ser preso novamente a pedido da Procuradoria da República em São Paulo.

Paulo Preto, como é conhecido, era esperado hoje na Justiça Federal, mas não compareceu porque, segundo a defesa, o habeas corpus concedido pelo STF suspendeu os atos do processo. 

Para o Ministério Público Federal, no entanto, Paulo Vieira de Souza desrespeitou a 1ª instância e as demais testemunhas ouvidas.  

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Os advogados do ex-diretor da Dersa estiveram na Justiça Federal, mas o MPF alega que a prisão é necessária para garantir a ordem pública e a instrução processual. 

ANTONIO CRUZ/ABR/JC –

2 COMENTÁRIOS

  1. Paulo Preto tinha foro privilegiado? não?
    Então porque um pedido de habeas Corpus diretamente ao Supremo Tribunal Federal? coincidentemente o sorteio caiu nas mãos do Gilmar Mendes……….haja coincidência.

  2. É incrível que sempre que algum tucano (psdb) ou aliado do sr. ministro vão presos, ele desesperadamente se adianta em soltar os mesmos, quem fiscaliza os juízes do supremo?
    É desta maneira então, meu aliado preso não pode.
    Por que não pede pra sair, esta política de livrar corruptos, é da época do regime militar, era Collor, Sarney,etc.

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