Está marcada para o dia 26 a reunião entre o Exército Brasileiro e integrantes do governo dos Estados Unidos que vai tratar dos custos envolvidos na doação de quatro aeronaves usadas e aposentadas pela Guarda Nacional Americana.

O encontro será na Amazônia e vai definir o valor a ser pago pelo transporte, manutenção, modificação e treinamento dos militares.

O avião modelo C-23 Sherpa, se fosse fabricado ainda, custaria cada um perto dos US$ 6 milhões.

Se confirmada a transação, o Exército voltará a ter asas fixas depois de 77 anos.

Atualmente, o Exército só tem helicópteros.

Ordem de Serviço 42

5 COMENTÁRIOS

  1. Por outro lado, a mobilidade, flexibilidade e prontidão que estas aeronaves darão ao EB na Amazônia são vantagens inegáveis para quem conhece ou ao menos busca mais informações de como elas poderão ser empregadas, sem a dependendência das aeronaves da Força Aérea, que tem outras responsabilidades na área. Aviões como estes serão empregados na maioria do tempo em apoio as comunidades isoladas nas fronteiras, onde, a única presença do Estado Brasileiro é o nosso Exército, levando suprimentos, desenvolvimento e amparo, apoiando, inclusive, nossos Pelotões Especiais de Fronteira (são os Guerreiros de Selva), que tanto fazem para vigiar milhares de quilometros de selva na região de fronteira, visando combater o tráfico de drogas e armas. A despeito da idade dos aparelhos, SE, após a avaliação da Diretoria de Material de Aviação eles forem aceitos, podem ter certeza que sua matutenção será a melhor possivel, tal qual todo material existentem em nosso parque de equipamentos. Na condução destes novos vetores de modernidade para a Força Terrestre Brasileira, estarão militares com larga experiência em vôo, advindos da Aviação do Exército (Pilotos de Helicópteros) que já foram treinados especialmente para esta nova missão. Sou brasileiro, patriota e militar, confiaria minha vida a esses companheiros pilotos! Brasil Acima de Tudo!

  2. Queria só fazer uma pergunta, embora seja outra força militar mas vem de encontro com a notícia; Por que acertar com a Índia a construção de navios de guerra, umas vez que quem constrói os mesmo navios pra índia é a Fincantieri Navali da Itália, por quê essa mania de ter “atravessadores”???

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