Em depoimento prestado à “Operação Câmbio, Desligo”, o doleiro Lúcio Bolonha Funaro cita a entrega de dinheiro em espécie, por meio do esquema descoberto pela Lava Jato no Rio de Janeiro, para Eduardo Cunha, Henrique Alves, Geddel Vieira Lima e o ex-presidente do Conselho de Administração do BRB (Banco Regional de Brasília), Ricardo Leal.

Apelidado de “Criança”, o executivo e empresário é apontado como “um dos precursores dos desvios de recursos dos fundos de pensão no Brasil”.

As entregas eram feitas pelo operador conhecido como “Junior de Brasília”, por meio do doleiro Cláudio Barbosa, o “Tony”.

Os serviços de Tony também foram usados para repassar propina a Rodrigo Figueiredo, ex-secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura na gestão de Antônio Andrade (MBD), e ao advogado Marcos Joaquim Gonçalves, para quitar uma dívida referente à não convocação e ao não indiciamento de Wagner Pinheiro (Petros) e Antônio Conquista (Postalis) na CPI dos Fundos de Pensão em 2015.

FUNARO JUBRA
FUNARO JUBRA

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