A divisão do chamado Fundo Especial de Campanha começa a causar brigas internas nos partidos políticos.

A disputa é liderada por velhos caciques, que querem abocanhar o maior pedaço.

Muitas legendas pretendiam reter a verba e distribui-la de forma igualitária aos Estados, sem levar em conta o número de eleitores e candidatos.

Nesse caso, por exemplo, São Paulo seria o mais prejudicado.

O entendimento do TSE, no entanto, é que os diretórios nacionais não podem pegar mais de R$ 70 milhões – teto da campanha ao Palácio do Planalto.

Pelo menos 30% dos recursos devem ir para candidaturas femininas.

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