Livre, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato acaba de ganhar uma nova dor de cabeça.

O Ministério Público Federal alega que a multa imposta ao ítalo-brasileiro no caso do Mensalão, de R$ 2 milhões, nunca vai ser paga, se for mantido o atual esquema de parcelamento.

E mais: fez um levantamento de cinco imóveis transferidos por ele antes da condenação, a maioria para a mulher, no Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Atualmente, Pizzolato desembolsa R$ 2.175,00 por mês – ou seja, o valor total só será quitado daqui a 75 anos; se preferir, em 2093.

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