Em queda nas últimas pesquisas, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, se prepara para retomar as críticas a Jair Bolsonaro (PSL), que ainda se recupera da facada que levou no abdômen durante um ato de campanha em Juiz de Fora.

A estratégia, mais uma vez, é explorar a ideia de que o deputado é machista para conquistar os votos das mulheres.

Os marqueteiros tratam a questão como uma campanha de “desconstrução” da imagem do capitão da reserva.

Antes, como não é boba, a equipe vai fazer testes para mensurar como o material será recebido.

Foto: Paulo Whitaker / REUTERS

2 COMENTÁRIOS

  1. Alckmin está certo em abrir o olho dos eleitores. O país não precisa de um presidente que tenha ideias preconceituosas. Eu voto no Alckmin

  2. Não é na bala e na faca e também não é no tempo de rádio e TV, nem no uso da máquina administrativa, assim como não é também na abundância de dinheiro para bancar a campanha e no tráfico de influência para a formação de coligações antagônicas que se ganha eleição. É na preferência popular, e a de Bolsonaro está pronta, e funcionando.

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