Preso desde abril na Superintendência da Polícia Federal, Lula, como se sabe, gosta de conversar e, só até o dia 1 de outubro, o ex-presidente recebeu os advogados nada menos que 132 vezes, em encontros, muitas vezes, concorridos.

Em apenas um deles, havia 10 defensores na mesma sala, incluindo o afilhado político.

Não bastasse, Gleisi Hoffmann, defensora ferrenha de Lula, perdeu o direito de visitá-lo a qualquer dia.

A partir de agora, a presidente do PT e deputada eleita pelo Paraná só poderá se encontrar com o companheiro às quintas-feiras, dia reservado à família e amigos.

Para o Ministério Público Federal, a senadora vinha utilizando a carteira da OAB para tratar de questões políticas, e não do processo que condenou o ex-presidente. Fernando Haddad corre o mesmo risco.

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