Apesar da crise, o governo mantém a data de inauguração do primeiro acelerador de partículas do Brasil, o Sirius.

A última vistoria na estrutura, que recebeu investimentos da ordem de R$ 1,8 bilhão, estava agendada para sexta-feira (26), mas foi desmarcada pelo presidente Michel Temer.

O equipamento, que vai ajudar no estudo da nanotecnologia, biotecnologia e ciências ambientais, fica em Campinas, no interior de São Paulo.

A inauguração está prevista para o dia 15 de novembro.

6 COMENTÁRIOS

  1. Acelerador de partículas, seriam partículas de esgoto a céu aberto na cidade do Rio de Janeiro ou em 50% de todo o esgoto ainda não construído no país?

    • Para falar algo assim, o camarada não enxerga nem o próprio rabo. Nem sabe que é animal de rabo!

  2. É do tipo de gente que desqualificou o grande avanço que significou a rede de esgotos no passado. O indivíduo sequer deve ter dimensão da importância da ciência na solução dos problemas.

  3. Como ex-aluno de engenharia da USP me cabe corrigir. Não é o primeiro acelerador de partículas do Brasil. Será sim o primeiro de grande porte. O primeiro AP, fica no IF USP na cidade universitária. Está lá desde 1972. Quanto ao Sirius, espero que não seja mais um elefante branco inaugurado e depois abandonado. Muitos falam do atraso do país em tecnologia, mas esquecem-se que não há desenvolvimento sem investimento. Cérebros não nos faltam.

  4. Existe um outro acelerador de partículas também em Campinas (LNLS) bem próximo ao Sirius. foi inaugurado nos anos 1990.

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