A Boeing tem pressa e pressiona a Embraer para assinar os últimos documentos que faltam à criação da joint venture anunciada em julho.

A intenção é deixar tudo acertado até dezembro, antes que Jair Bolsonaro tome posse em janeiro.

A discussão envolve, sobretudo, a alocação de funcionários e o pacote de modelos que será oferecido ao mercado.

Pelo acordo, a Embraer vai ter 20% e a Boeing, 80% da nova empresa, avaliada em US$ 4,75 bilhões.

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