Longe dos holofotes, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), derrotado na eleição presidencial, pode se complicar um pouco mais com a decisão da Procuradoria-Geral da República de compartilhar informações com o Ministério Público de São Paulo na ação que acusa o tucano de improbidade administrativa.

Se o pedido for autorizado pelo ministro Edson Fachin, do STF, o MP-SP vai receber os depoimentos prestados por Edgard Venâncio, gerente da Transnacional Transporte de Valores, sobre o repasse de recursos, via Caixa 2, para a campanha de Alckmin em 2014.

Ele diz ter gravações e documentos que comprovariam o envio de recursos ao então coordenador da campanha do tucano e ex-secretário de Planejamento, Marcos Monteiro.

Foto: Agência Brasil

2 COMENTÁRIOS

  1. Se alguém acredita em papai Noel, acredita que um dia os tucanos serão investigados com o rigor igual ao que foi feito com o PT.

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