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Em cinco anos, o Tribunal de Contas de São Paulo barrou mais de 300 licitações abertas pela prefeitura da cidade. Dessas, apenas 165 foram retomadas.

O último edital dos ônibus, entre idas e vindas, demorou quatro meses para ser liberado, mas a disputa vem desde 2013, com a assinatura de contratos emergenciais, passando pelas gestões Fernando Haddad, João Doria e, agora, Bruno Covas. Outros, como o da concessão do Pacaembu e da conservação de praças e parques, também estão parados.

Na Câmara, uma proposta prevê acabar com o TCM e criar uma alternativa mais barata e eficiente, assim como acontece em outros municípios. Em todo o Brasil, apenas as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro contam com Tribunais de Contas municipais:

Em nota, o TCM alega que a retomada dos pregões para a limpeza de córregos e galerias não aconteceu antes por causa da demora da prefeitura mudar o edital.A administração municipal assegura, no entanto, que sempre realiza serviços de zeladoria no Córrego Zavuvus e uma nova limpeza já está programada.

Sobre a construção das faixas elevadas, a licitação da CET prevê a construção em duzentos e 45 pontos da cidade, a maioria em regiões calmas, perto de escolas, hospitais e no entorno de praças, parques e terminais. O TCM apontou 12 irregularidades no edital e a prefeitura afirma que vai prestar todos os esclarecimentos.

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