Eri Johnson é referência no futevôlei, ‘ri e chora’ com o Vasco e cobra respeito a Luxemburgo

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    Nos palcos e na telinha, ele é figurinha carimbada há algumas décadas. Nas praias cariocas, não fica atrás: desfila o talento na arte do futevôlei, com toda a adaptação das técnicas para o ambiente natural.

    Eri Johnson, um quase sessentão, mantém a forma nas quadras. E é observado com atenção por quem mergulha na modalidade que tem crescido no país.

    “É uma delícia. Você aprende posicionamento na quadra. Faz exercício para as pernas. E precisa de menos gente pra jogar”, relata o ator/atleta, que inclusive popularizou um golpe.

    “É o ‘Saque do Eri’: alto, bem rodado, que pega a influência do vento leste”, disserta.

    Vascaíno nascido no berço de São Cristóvão, ele costumeiramente faz comédia, e o gênero tem um ritmo mais acelerado do que no drama. Segundo Eri, é chato ter uma respiração ofegante em meio a uma cena.

    “O esporte te propicia até isso: uma dosagem na respiração”, conclui.

    Eri rodou recentemente por algumas emissoras. Algumas críticas mais duras disseram que ele “fracassou” em alguns projetos. Hoje, na Record, emplaca um novo personagem na
    novela Topíssima. É reconhecido por onde passa. Mais ou menos como Vanderlei Luxemburgo, novo treinador do time do coração do comediante.

    “Você pode não gostar de uma pessoa. Mas você é obrigado a respeitá-la. Não vou me comparar com ele. Mas o Vanderlei é reconhecido no nosso país. Em qualquer lugar. É fundamental ter respeito”, exalta.

    “Quero sempre um ‘fracassado como o Vanderlei perto do Vasco. Ele ganhou tudo. Nosso país é muito desonesto neste sentido”.

    Nesta entrevista à BandNews FM, Eri fala ainda sobre a relação interpessoal entre diretores e atores em uma peça e as semelhanças com o ambiente do futebol – em que há um comandante técnico e o grupo de atletas.

    Confira o bate-papo na íntegra:

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